No oceano das rosas, um
pequeno trevo respira
lisonjeiro como as
tulipas, elegante como uma lira.
Em sua essência traz a
arte tão bela e pura
qual meiguice de
begônias e de rosas a ternura.
“Quem sois?” - o
crisântemo zeloso indaga
“Sou Mai”- o frágil
trevo declara
“ Mai Hagiwara”

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